Consumidor cadastrando dados do cartão de crédito em e-commerce pelo notebook

Mesmo em um cenário de recessão econômica global, causada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o e-commerce registrou alta de 41% no Brasil em 2020, em relação ao ano anterior, revela levantamento da consultoria Ebit-Nielsen, divulgado na última semana de março de 2021.

De acordo com a pesquisa, o comércio online no País gerou no período R$87,4 bilhões, neste que é considerado o melhor resultado para o setor desde 2007. Ainda segundo o estudo, o e-commerce também deixou de ser algo restrito e passou a ser uma realidade de todo o Brasil: o Sudeste foi a região que deteve mais da metade das vendas em valor, mas o Nordeste quase dobrou a sua participação, de 18,5% em 2019 para 31,7% em 2020.

Outro dado significativo que aborda a realidade do e-commerce no Brasil, mas dessa vez proveniente de um levantamento da McKinsey, revela que as vendas online também se desenvolveram para além dos centros urbanos.

O número de agricultores brasileiros que preferem os canais online a fim de adquirir produtos para as suas propriedades subiu 10% em um ano, passando de 36% para 46%. Já nos Estados Unidos e na Europa a alta foi de 7% (registram 31% e 22%, respectivamente).

E-commerce na pandemia: produtos mais procurados

Como já era de se esperar, os produtos mais procurados pelos brasileiros via e-commerce são as máscaras faciais (+433%) e o álcool gel (+96%). Além deles, destacam-se:

  • Suplementos alimentares (+59%);
  • Artigos de iluminação (+49%);
  • Videogames (+47%);
  • Eletrodomésticos e acessórios (+45%);
  • Beleza e saúde (+33%);
  • Computadores e acessórios (+23%).

Além disso, conforme dados da E-commerce Brasil, não foram apenas os meios de compra que sofreram mudança. Os compradores também estão adotando novos hábitos durante a pandemia. Só para se ter ideia, 80% declaram-se satisfeitos com suas compras em lojas online, enquanto 52% dizem estar comprando mais em lojas virtuais e aplicativos durante o período de isolamento social.

Leia também: Frete para e-commerce: dicas essenciais para a sua loja online.

Mesmo em um cenário de recessão econômica global, causada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o e-commerce registrou alta de 41% no Brasil em 2020, em relação ao ano anterior, revela levantamento da consultoria Ebit-Nielsen, divulgado na última semana de março de 2021.

De acordo com a pesquisa, o comércio online no País gerou no período R$87,4 bilhões, neste que é considerado o melhor resultado para o setor desde 2007. Ainda segundo o estudo, o e-commerce também deixou de ser algo restrito e passou a ser uma realidade de todo o Brasil: o Sudeste foi a região que deteve mais da metade das vendas em valor, mas o Nordeste quase dobrou a sua participação, de 18,5% em 2019 para 31,7% em 2020.

Outro dado significativo que aborda a realidade do e-commerce no Brasil, mas dessa vez proveniente de um levantamento da McKinsey, revela que as vendas online também se desenvolveram para além dos centros urbanos.

O número de agricultores brasileiros que preferem os canais online a fim de adquirir produtos para as suas propriedades subiu 10% em um ano, passando de 36% para 46%. Já nos Estados Unidos e na Europa a alta foi de 7% (registram 31% e 22%, respectivamente).

E-commerce na pandemia: produtos mais procurados

Como já era de se esperar, os produtos mais procurados pelos brasileiros via e-commerce são as máscaras faciais (+433%) e o álcool gel (+96%). Além deles, destacam-se:

  • Suplementos alimentares (+59%);
  • Artigos de iluminação (+49%);
  • Videogames (+47%);
  • Eletrodomésticos e acessórios (+45%);
  • Beleza e saúde (+33%);
  • Computadores e acessórios (+23%).

Além disso, conforme dados da E-commerce Brasil, não foram apenas os meios de compra que sofreram mudança. Os compradores também estão adotando novos hábitos durante a pandemia. Só para se ter ideia, 80% declaram-se satisfeitos com suas compras em lojas online, enquanto 52% dizem estar comprando mais em lojas virtuais e aplicativos durante o período de isolamento social.

Leia também: Frete para e-commerce: dicas essenciais para a sua loja online.

Duas pessoas com um notebook analisando como utilizar o ecommerce para o seu negócio online

Mulheres lideram o consumo em sete categorias, como eletroportáteis, saúde, moda e livraria/Foto: Portal do E-commerce

Comércio online: principais canais de compra

Uma pesquisa da Social Miner sobre os impactos da pandemia no comércio eletrônico revela que os principais canais de compra, ou seja, as ferramentas mais utilizadas pelos clientes para as compras online são: sites (72%), aplicativos de compras (62%), Whatsaap da loja (40%), Instagram (28%) e Facebook (26%).

Nesse sentido, os caminhos do consumo também foram analisados. Eles explicam como os consumidores encontraram as lojas online durante a pandemia. Os resultados: sites de busca (46%), aplicativos de compras (38%), Instagram (31%), anúncios online (27%), Facebook (26%), indicação de conhecidos (24%), indicação de site, blog ou influenciador digital (15%).

Dados da E-commerce Brasil revelam que as mulheres lideram o consumo em sete categorias, como eletroportáteis, saúde, moda e livraria. Já os homens lideram em apenas três áreas: eletrônicos, informática e bebidas.

O que mudou no dia a dia das pessoas?

  • 70% não querem voltar para shoppings centers tão cedo;
  • 68% estão cozinhando mais em casa;
  • 60% estão priorizando suas compras e economizando com supérfluos;
  • 63% acreditam que o dinheiro vai ser menos usado daqui para a frente.
Consumidor acessando ecommerce pelo celular

Preços e promoções ocupam primeiro lugar nalista dos motivos para seguir comprando online/Foto: PagBrasil

Sobre os motivos para seguir comprando online, os consumidores elencam, segundo pesquisa da Social Miner: preços e promoções (65%), preço do frete ou frete grátis (59%), agilidade na entrega (51%), atendimento ágil e de qualidade (40%), sites bons, de qualidade e confiáveis (36%), segurança contra fraudes e golpes (34%), garantia de qualidade dos produtos (34%), mais opções de pagamento (27%), e facilidade para troca e devolução (23%).

4 dicas da FreteFast para empreendedores de e-commerce:

  1. Vendas multicanais;
  2. Atendimento em todas as plataformas de contato com o cliente;
  3. Posicione o seu negócio;
  4. Diversifique as formas de pagamento.

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